3 de dezembro de 2008

Diálogo

(Richard)

Fecho os olhos e a vejo. (Tão bela)
Vejo tua foto: vivo ( ou morro)
Amo-a como nunca amei a ninguém, penso em você, vivo e fico triste.
Escolho a estrada mais curta, pois sei o que me espera em uma delas.
Desisto, por que mesmo sendo eu, eu desisto.
Falo besteiras, tento ajudar os meus amigos e nada - É A MESMA.

A porta está fechada, a entrada ta bloqueada, "a saída é logo ali".
Hum...
Tudo bem, sei que não é nada, mas será que você podia me responder o que aconteceu por aqui?
Há, não se preocupe, é só uma besteira isso que ta acontecendo, vai logo acabar. (tomara)
A se Deus pudesse me ajudar, mas não, ele me atrapalha, com mentiras e paradoxos.
Há se eu pudesse ser somente algo mais, cansei de ser o espectador, cansei de falar.
Vou parando por aqui.

Sei que a sociedade não entenderá.
Sei que você faz parte da sociedade.
Sei que perdi o único amor que - nunca - tive.
Adeus, vejo-te depois, ou talvez não.
Só o tempo esse traiçoeiro, me dirá o que me resta.
Só a esquina que dobra, cheia de gente chorando me diz se eu fui bem.
Mas ninguém, ninguém me dirá o que irá acontecer, então eu te peço:
Desculpe-me, mas eu não agüentava mais tudo isso...

Beijos do seu eterno amor.

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